Blog de Tatiana Brandini
   Da Redação

 

De quem vai, mas fica

 

 

Hoje acordei inspirada. Foi um dia corrido e lento, onde fiz tudo o que precisava e ainda sobrou tempo. Foi minha última sexta-feira na redação da Folha de Fernandópolis, a mais tranqüila de todas.

 

Mesmo sentindo uma necessidade particular, me peguei evitando escrever este texto porque dá saudade pensar que não vou mais entrar diariamente na redação e ver o dia passar correndo com as noticias boas e ruins. Foram quatro anos presenciando gente sofrer e comemorar com as reportagens produzidas pela equipe da Folha.

 

Tudo começou em abril de 2005, a Folha tinha 30 anos. A jornalista e então diretora, Ana Claudia Scandiuzi me telefonou dizendo que precisava de um jornalista para implantar e abastecer o site da Folha.

 

Fiquei alguns meses envolvida nesse projeto, que chegou a superar os acessos do site da Revista Mega (do qual tinha participado da implantação seis meses antes). Mas logo o site da Folha ficou em segundo plano, quando o editor Claudemir Cabreira se afastou do Sistema Líder de Comunicação e por conseqüência, da edição da Folha.

 

Ainda está fresca na minha memória a expressão da Ana Claudia ao me perguntar: “Como fazermos sem o Cabreira, quem vai fazer os editoriais?”

 

Ele estava há mais de 20 anos ali. Tudo era do seu jeito, tinha a cara e a experiência dele.

 

Pensei: não há outra opção senão pegar o filho para criar. Seria um oficio pesado, mas a minha grande oportunidade de aprender a fechar jornal na raça. Foi ai que disse: A gente, Ana!

 

E assim foi. Pelo pouco tempo de convivência com o mestre Cabreira não tinha entrado no esquema de fechamento do jornal e, muito menos, na organização dele. Tive que criar, ao lado do jornalista e fotógrafo Marco Antônio, uma nova redação para a Folha e seus arquivos espalhados em 30 anos de história.

 

Mas a Ana foi camarada e abriu espaço para estágio na Folha. Contratou Renan, que depois virou policial militar e Suelen Souza, que mais tarde saiu de lá para a TV Tem e hoje está no comando da assessoria da Prefeitura de Fernandópolis. A diagramação era de Luciano Donadeli.

 

A gente ficava até bem tarde fechando o jornal nas noites de sexta-feira. Era uma busca tão grande por novas pautas que, embora a quantidade de noticias não fosse grande, era cada vez mais preciso fazer a Folha ser vendida nas bancas. Fiz editoriais, escrevi e revisei textos mil vezes e muitos ainda saíram com erros invisíveis na hora do fechamento e enormes para os leitores. Em compensação, foram muitas as notícias que fizeram a cidade pensar e agir.

 

Foi entre setembro de novembro de 2005 que a Folha viveu sua grande turbulência. Com instabilidade financeira e novas oportunidades para a diretora Ana Claudia Scandiuzi, a saída foi vendê-la para Darci Araújo, Zé Carioca e Gilberto Musto. O jornal virou notícia.

 

Aquela equipe que caminhava para a organização dos dados em meio à correria das pautas entrou em parafusos. Enquanto a Folha não foi oficialmente vendida surgiram especulações das mais variadas sobre o assunto. A turma da redação não sabia se passaria o próximo mês empregada.

 

Aos poucos, Darci e Carioca foram restabelecendo a velha Folha de guerra e o fluxo de noticias cresceu junto com o número de páginas do jornal. Mas com a troca na direção surgiu um grande problema dessa nova fase do jornal, a diagramação.

Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 00h10
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Após a saída de Luciano Donadeli passaram pela produção de layouts e páginas do jornal os diagramadores Forminha, Gilson, Douglas e Marcio. Entre idas e voltas foram quase 10 mudanças em pouco mais de um ano.

 

Se antes a Folha demorava a ser fechada, agora emperrava até às 2h, 3h da manhã, toda bendita sexta-feira. Foi uma época em que vi o pôr do sol de um lugar privilegiado, o 9º andar do Edifício Atlântis.

 

Só que a pressão da gráfica, dos diretores do jornal com pautas frescas no meio da tarde de sexta e a ida dos estagiários para faculdade após as 18h faziam do anoitecer uma verdadeira panela de pressão. Era só o sol se pôr, impressionante, todas as sextas. Daquela turma sobramos, eu e o Marco. Chegavam Cládio Cabreira, com o projeto do atual Folha Class e sua esposa Elizete, na assinatura. Esses participaram ativamente nessa fase de pressão na redação. Companheiros.

 

Foi nessa época que na redação chegou como estagiário Marindo Andrade e um tempo depois a jornalista Andressa Fernandes. Foi quando começamos a planejar a diagramação das páginas no boneco e a distribuição dos textos de um jeito mais rápido. O arquivamento das matérias ficava cada vez mais ordenado e o anoitecer começou a ser menos pesado.

 

Na sala da frente víamos toda a programação da Difusora AM passar, receber gente simples e importante e informar o grande público. Alaor Pereira, Sônia Marques, Eduardo Pavanelli, Borgato, Ivan Gomes, Olívio Vono, Téo, Edmara, Marco Aurélio, Denise e os locutores da tarde foram pessoas com quem convivi, na cozinha e na sacada do 9 º andar por dois anos. (Se me esqueci de alguém, desculpe)

 

A turma era grande e as noticias sempre tiveram privilégio ao 9º andar do Edifico Atlântis. Ficávamos até tarde na redação da Folha porque fazíamos noticia quente, diariamente.

 

Foi quando Darci Araújo resolveu levar a redação da Folha para a sede da empresa do diretor Gilberto Musto, a Mídia G. Logo o Carioca já não fazia parte da sociedade e o melhor seria unir o pessoal com a estrutura do Giba na revista Mega e Megasite. Mais uma vez, uma nova equipe surgiu na redação da Folha com a junção dos profissionais da Mídia G.

 

Dias antes do Natal de 2006 saí do 9º andar para as habituais férias. No fim de janeiro de 2007 entrei na redação da Folha na Mídia G. Agora o endereço passava a ser a avenida Francisco Costa. Além dos colegas da Folha a equipe se somou a da Mega, com Hermínio, João Leonel e Cris na redação, sendo a última o presente dessa transição, ganhei uma grande amiga, bruxa. Com os outros dois aprendi muito sobre mim mesma, mudei minha cara turrona.

 

E olha que devo ter feito muitas dessas caras bem feias, antes mais comuns, mas ainda visiveis quando o fechamento atrasa. O clima não foi dos melhores por um bom tempo. A adaptação das duas equipes, em especial a relação dos donos da casa comigo, foi desastrosa no inicio, mas depois a coisa começou a render, as picuinhas foram desfeitas e fizemos muitas reportagens especiais, denúncias, e provocamos mudanças.

 

Nesse meio tempo, desde o Atlântis, acompanhei o aprendizado e a evolução de Sheila Sandes. Diferente da maioria, ela foi peça fundamental no fechamento das colunas sociais da Folha, seja com Clau Zoca e Amélia Rosa ou sozinha.  Seu espírito livre e inconstante a fez colecionar desavenças, que ofuscaram seu trabalho na Folha. Hoje Sheila caminha com as próprias pernas e acredito que mais feliz.

 

Nem todo mundo consegue ficar na pressão de fechar três veículos de comunicação e os produtos extras. De novo a equipe se desfez até o final de 2007. Perdi o apoio técnico da amiga jornalista Andressa Fernandes, que alçou novos rumos. Foi quando chegou Valdecir Cremon, com quem já tinha convivido na Difusora AM. Nasceu uma grande parceria cheia de cuidados. No início ele só enviava o material por e-mail, as pautas eram discutidas pelo MSN, dáva muito certo, de uma forma fantástica.  Quando ele deixou o Região Noroeste passou a ser o grande valor na reportagem da redação mais atribulada da cidade. Cremon tem suas fases polêmicas, mas não cansa nunca, é jornalista por intuição. De todos os que conviveram na Folha, é o que mais tem o sangue de repórter correndo nas veias, pena que tem pouco tempo para reportagens especiais, mas ele vai envelhecer escrevendo crítica OnLine, sei disso.

 

Já a diagramação deixou de ser um estresse com Ademilson Rodrigues, da Mídia G. Juntos fizemos layouts e edições trabalhosas, irritantes e sangue-sugas. Superamos todas. Refizemos muita coisa, aprendemos a nos livrar de muitos problemas antigos da “véia Foia”, mas nem todos. Ganhei duplamente um grande amigo e um excelente “fechador” de jornal.

 

A gente se divertiu, mesmo fazendo três veículos ao mesmo tempo. Depois saiu Marindo, entrou Karina Alves e Walter Duarte. Foram dias maravilhosos e desastrosos, guardados em cada um de nós. O ritmo já era outro. Rimos, comemos, vigiados pelas câmeras do Sistema Mega, brigamos e emburramos, convivemos dia a dia. Fizemos a nossa novela.

 

Ainda passaram pela redação Lilian Castilho, Rose e Daniele e algumas temporadas , como a da peruana Hellen. Hoje restam Cremon, Walter e Cris. O fechamento agora acontece bem mais cedo  - mas ninguém acredita, nem a jornalista Ana Carolina Araújo, que muita força deu aos especiais da Folha, que matavam todo mundo de esforço e orgulho; e muito menos Carla Deboni, outra jornalista que apoiou demais na revisão e nos tablóides. Também foi grande a participação do pauteiro obscuro Jorge Fernandes.

 

Foram três anos e oito meses na redação da Folha. Ali desfilei de sargenta, louca, corajosa, fuçada e vencedora. Fiz amigos e fontes inquebráveis. Colecionei inimigos e me acertei com eles. Critiquei e fui criticada. Cresci na Folha!

 

Foi uma prova e tanto. Escrever para o pessoal da Bastilha e aos milhares de leitores “sócios” da Folha não é nada fácil. É o mesmo que acordar e dormir com o dedo apontado na cara, tem sempre alguém te analisando. Ser editora da Folha me proporcionou maturidade, mas ainda falta muito.

 

Hoje dou aulas de Técnicas de Reportagem, Entrevista e Pesquisa, Redação Jornalística e Prática em Agência de Notícias no curso de Jornalismo da FEF. Foi uma empreitada em que me lancei em julho do ano passado. Conciliei fechamento de jornal de dia e aulas a noite. Acumulei desgaste. Dos 26 aos 30 anos editei um jornal de 34 anos. Estamos balzaquianas, eu e a Folha.Tive que escolher.

A partir do dia 10 de novembro deixo de entrar na redação da rua Francisco Costa como editora e de lá ouvir o bom dia da equipe. Pra esses companheiros não é o meu adeus, porque meu bom dia continuará chegando por outros meios.

 

Estou partindo para uma nova estrada, a da academia. Tive a sorte de me embrenhar em pesquisas com o curso de História, de enfrentar turmas variadas e de aprender com gente que estuda, muito. Mas preciso estudar muito também. Terei novos desafios, quero outras oportunidades. 

 

Sempre me sentirei parte da equipe da Folha e pretendo aparecer de vez em quando com meus artigos.

 

Agradeço a todas as pessoas com quem cruzei no jornal mais tradicional de Fernandópolis, equipe, leitores e fontes. Ganhei oportunidades de vencer minhas fraquezas, superar meus limites, me apaixonar ainda mais pelo jornalismo e aprendi muito.

 

Se saio triste? Não. Satisfeita pelo espaço que Darci Araújo me ofereceu de contribuir com a minha cidade através do jornalismo. Mas saio com uma saudade boa que nunca vai passar. Todo esse romantismo é o que me fez ficar na Folha em todos esses processos, com vontade de fazer cada vez melhor.

 

Saio da redação da Folha deixando em suas páginas amareladas parte da minha história e mantendo-me viva no arquivo morto, eternamente útil.

 

Obrigada, Folha de Fernandópolis e os seus!

 

 

Tatiana Brandini, da Folha



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 00h09
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"Todos estão loucos, neste mundo? Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são demais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça para o total."

Guimarães Rosa - Grande Sertão: Veredas





Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 00h07
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   ABRA AS ASAS



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 18h25
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Os ânimos se acalmam, é hora de comemorar a vitória e falar do futuro, sem deixar de sentir nas veias o sangue nervoso destes três meses de campanha eleitoral. Foram dias intermináveis, pessoas aceleradas, idéias controladoras e gente especialista em colocar tudo de novo no lugar. Muitas coisas boas pra lembrar e muitas para esquecer de vez.

 

As duas últimas semanas antes do bendito 5 de outubro judiaram dos candidatos em Fernandópolis. Os que estavam na situação se descabelaram para não deixar a onda passar. Os que queriam voltar, fizeram de tudo para convencer pelas qualidades e se defenderam dos ataques. Isso aconteceu com todo mundo, candidatos a prefeito, vice e vereador.

 

Ninguém ficou de fora nessa eleição, a mais fofoqueira que eu presenciei em Fernandópolis. Foi boato em cima de boato. O eleitor pouco se aprofundou nas propostas, pouco cobrou também.

 

Boa parte desligou o rádio no horário eleitoral, ou nunca ligou. Pouco tempo tem para tv, não tem internet, só soubemos assuntos no trabalho, nas raras vezes em que falaram disso. O eleitor que chegava em casa cansado, via papéis aos montes e de todos os tipos na varanda, e só notava que deixaram lixo ali.

 

Chegou ao final da campanha, quase ninguém mais lia o material gráfico que a chuva e o vento ajudavam a dar fim.

 

Os carros de som também não foram tão apreciados pelo eleitor como a Justiça Eleitoral pretendeu. Muita coisa se falou, e muitos nem quiseram ouvir.

 

Na era da informática, poucos acessaram as mídias para saber das propostas. Creio que as macros de prefeito eleito Luiz Vilar fizeram dele uma imagem de possibilidade de mudança, simplesmente porque o povo está de saco cheio da situação atual.

 

Vilar terá muito trabalho e muita cobrança, mas vai cobrar a união. Especialista em reunir gente para trabalhar em sua equipe, o novo prefeito chega à reeleição com a fama de presidente empreendedor da FEF. È sua marca, seu perfil. Em 1992 foi apresentado como candidato a prefeito pelo seu trabalho de liderança como gerente da CESP.

 

Os votos de Luiz Vilar foram decididos com peso considerável dos indecisos. Quem votou no Carlos Lima ajudou Vilar, mesmo não que tenha pensando exatamente assim na hora do voto. Somando os votos de Vilar e Carlos, é clara a demonstração de que a maior parte não está feliz com a Prefeitura.

 

Ana Bim perdeu o cargo com a máquina na mão. Realmente não deve ter sido fácil ser vice-prefeita, atuar um ano a menos que um prefeito eleito de fato e tentar a reeleição. Mas ela tentou, e optou por fazer sozinha, pouco procurou ajuda, não se sabe exatamente o por quê. Se tinha, era de um grupo inexpressivo politicamente, incapaz de exercer decisão popular que lhe desse a vitória, tanto que não conseguiu passar Vilar. Quase relaram, mas o pulo foi baixo, faltou o impulso da vitória, que teve Vilar na reta final.

 

Só não sei se eleitor não quis deixa-la no comando porque não aprova seu mandato ou não gostou do seu conteúdo na campanha, atacando as instituições em que a coligação União em Fernandópolis, na pessoa de Vilar , está ligada.

 

Os  indecisos são aqueles ocupados demais, que trabalham muito, e que querem oportunidades para todos, e que não tiveram tempo de saber de política, isso foi o suficiente.

 

 

 

Foi interessante a eleição de André Pessuto em Fernandópolis, como o vereador mais votado. Esse menino trabalha duro pela cultura local desde sua adolescência. Tenho certeza de que vai contribuir mais ainda nesta área.

 

Vilarista, fiquei feliz com o resultado final pra prefeito. Birolli também evidencia que quer ser um vice que trabalha. Foi uma explosão ver o resultado de todo este trabalho fluir bem. Pensemos agora na transição, que não deve ser das mais fáceis, mas necessária.

 

Acredito que Luiz Vilar e Paulo Birolli farão crescer a força desta união e que Fernandópolis terá muitos benefícios a somar em outubro de 2012.

 

Agora, de saco cheio de tanto trabalhar, comemoro mais uma vitória.

 

macacada blogueira, é amanhã!

 

Você que acompanha este blog, muito obrigada pela paciência em voltar dias e dias sem alteração por aqui. Foi pauleira, mas foi bom pras todos nós.

 

Beisebol fight special bônus hit x3000

 

 

Abraço e boa sorte a todos

 

 

 



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 23h26
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   OPINIOES, SEMPRE PARTICULARES

O inferno está cheia de boas intenções

No fim...covarde, escroto de mim! por Sil Oliveira2008.



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 22h41
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DE QUEM ESTÁ INDIGNADA

 

Não acredito que alguém se indigne mais do que um jornalista em período eleitoral.  

 

 

Por vivenciar os fatos que viram notícia, acompanhamos todos os detalhes dos bastidores e não nos conformamos com o pouco interesse do cidadão pela verdadeira política.

 

A maioria prefere se afastar para evitar dores de cabeça. Mas a verdade é que, quem não coloca a caixa craniana para trabalhar agora, fica os próximos quatro anos sofrendo.

 

Se envolva, participe deste pleito!

Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 23h39
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ELEIÇÕES EM FERNANDÓPOLIS

 

TÁ TUDO EM XEQUE-MATE

Polícia
Em xeque-mate
Justiça
Em xeque-mate
Igreja
Em xeque-mate

Família
Em xeque-mate
Escola
Em xeque-mate
Infância
Em xeque-mate

Cultura
Em xeque-mate
A banda
Em xeque-mate
Platéia
Em xeque-mate

A grana
Em xeque-mate
O povo
Em xeque-mate
E a corrupção
Em xeque-mate

 
TÁ TUDO EM XEQUE-MATE

A torre
Em xeque-mate
A rainha
Em xeque-mate
O bispo
Em xeque-mate

A Líbia
Em xeque-mate
O Iraque
Em xeque-mate
New York
Em xeque-mate
 
TÁ TUDO EM XEQUE-MATE

Em xeque-mate

Jorge Bush eu também quero jogar
Todo mundo só tá querendo ganhar
Todo mundo só tá querendo jogar
Todo mundo só tá querendo ganhar

Jorge Bush fora
Jorge Bush fora
Jorge Bush fora...

 

OBS: Quem conhece o meu trabalho sabe os motivos que me afastaram, até 5 de outubro, das publicações neste blog. " A rapadura é doce mas não é mole não!" . Mas, até lá, passe por aqui de vez em quando, as imagens dirão tudo.

Muito obrigada pela visita, sempre!

Forte abraço!!!!!!


 



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 23h22
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   SEXTA-FEIRA, DIA 8 - DÁ PRA ASSISTIR NA NET

TV Câmara debate a exigência de diploma para jornalistas

O programa "Comitê de Imprensa" desta sexta-feira (08) trata da decisão judicial que pode transformar a atividade jornalística no país

O Supremo Tribunal Federal deve julgar até o fim do ano processo que questiona a obrigatoriedade do diploma para o exercício da função de jornalista, tema polêmico desde 1969, quando o regime militar assegurou o registro dos que já vinham exercendo a profissão e exigiu o diploma para qualquer pessoa que quisesse exercer o jornalismo a partir daquela data. De lá para cá, foram idas e vindas na decisão e vários questionamentos judiciais contra e a favor da medida.

Para discutir a obrigatoriedade do diploma, o "Comitê de Imprensa" desta sexta-feira (08), às 23h, recebe os jornalistas Sérgio Murilo, Presidente da Federação Nacional de Jornalismo (Fenaj), e José Negreiros, da Consultoria Arko Advice.

A polêmica em torno da exigência do diploma voltou em 2001, quando o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação pedindo o fim do registro profissional de jornalista, a partir de uma solicitação feita pelo Sindicato das Empresas de Rádio e TV de São Paulo. Agora, o governo, através do ministério do Trabalho, criou uma comissão com prazo de três meses para propor alterações na legislação.

Vejam

Comitê de Imprensa, apresentado pelo jornalista Paulo José Cunha, vai ao ar todas as sextas-feiras, às 23h, na TV Câmara. Reprises aos sábados, às 8h, 15h30 e 22h; domingos, às 6h e 10h30 e 23h30; e segundas-feiras, às 7h e 11h.Produção Luciana Dimas. Informações pelo telefone 3216-1618 / 3216-1603 ou pelo e-mail comitedeimprensa@camara.gov.br.

Como sintonizar a TV Câmara

A TV Câmara pode ser sintonizada no canal 27 em UHF no Distrito Federal e nos canais 14, da NET (no DF); 28, da Sky Net; 16, da TECSat; 235, da Direct TV; 67, da TVA (grande São Paulo) e por antena parabólica em todo o País. Na Internet, a TV Câmara pode ser assistida ao vivo pelo endereço www.camara.gov.br. Os programas também ficam armazenados no site e podem ser conferidos posteriormente.

 

 

Câmara vai oferecer curso para jornalistas

 

A Câmara dos Deputados planeja oferecer a partir de setembro um curso específico para jornalistas. As aulas devem fornecer subsídios para a cobertura do processo legislativo e orçamentário. Os participantes terão a oportunidade de entrar em contato com cientistas políticos, consultores legislativos e outros analistas envolvidos diretamente nas atividades parlamentares.

Para atender melhor à demanda dos jornalistas e poder formar as turmas, pedimos que os interessados respondam às seguintes perguntas:
- Qual o melhor dia da semana e horário para as aulas?
- Quantas aulas poderiam ser freqüentadas por semana?
- Há alguma sugestão de tema para as aulas?

As respostas devem ser encaminhadas ao e-mail imprensa@camara.gov.br.

Os interessados ainda podem fazer sua pré-inscrição pelo telefones (61) 3216-1506, 1507 e 1508.



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 00h14
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Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 19h14
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Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 22h01
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O COMUNICADO À IMPRENSA FOI ENVIADO PELA CAMARA DOS DEPUTADOS E DITA AS

 REGRAS PARA COBERTURA JORNALÍSTICA DA VISITA DO PRÍNCIPE DO JAPÃO AO BRASIL.

PARECE FRESCURA, MAS É CULTURAL... DÊ SUA OPINIÃO 

 A Secretaria de Comunicação Social da Câmara dos Deputados comunica os procedimentos que serão adotados para a Imprensa por ocasião da visita do príncipe herdeiro do Japão, Sua Alteza Narohito, nesta quarta-feira, dia 18 de junho. As regras visam atender solicitação da Embaixada do Japão, em respeito às tradições daquele País. Com chegada prevista para 14h45, a visita do príncipe faz parte das comemorações do centenário da imigração japonesa ao Brasil.

Procedimentos

- Como demonstração de cortesia e polidez, não é recomendável que se atravesse o espaço em frente a pessoa do Príncipe, que se obstrua a sua passagem ou que se posicione em frente a Sua Alteza;

- Não será permitido acompanhar o Príncipe, caminhar ao seu lado ou ultrapassá-lo em razão de sua movimentação ou deslocamento;

- Não será permitido se posicionar a frente de Sua Alteza com a finalidade de fotografá-lo. Também não será permitido recuar de costas, em frente ao Príncipe, com a intenção de enquadrá-lo com a câmera fotográfica a medida que este se aproxime ou se desloque;

- Não será permitido falar diretamente ao Príncipe, apresentar questões de qualquer ordem, abordá-lo ou constrangê-lo com insistência por respostas, sendo recomendável, para tanto, dirigir-se ao mediador designado.

Na Sessão Comemorativa

- Manter aparelhos celulares desligados ou no silencioso, durante a cerimônia;

- Devido ao grande número de convidados, os jornalista credenciados não terão acesso ao plenário. Nada muda quanto ao espaço reservado à imprensa no mezzanino que continua com acesso aos profissionais credenciados e autorizados, ressaltando que o local será compartilhado com 33 profissionais da mídia japonesa.

A Embaixada do Japão pede a compreensão de todos e esclarece que as instruções não devem ser entendidas como meramente imperativas e cerceadoras da liberdade de imprensa. As restrições mencionadas correspondem a uma tradição preservada há anos pela mídia japonesa.



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 17h53
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   PRÍNCIPE VEM SOLITÁRIO

O príncipe Hisahito, com um ano

Masako e Naruhito casaram-se em 1993. Como não nascia nenhum menino na família havia quase 41 anos, o casal logo começou a ser pressionado a ter um filho. Só que o casal passou a ter dificuldades e, com o tempo, o abatimento da princesa lhe rendeu o apelido de "princesa triste". Em 1999, ela engravidou, mas a festa foi interrompida por um aborto espontâneo.

Em dezembro de 2001, nasceu Aiko.

Desde então, a reclusão de Masako piorou. Desde 2003, ela raramente participa de eventos oficiais. Em julho de 2004, a Casa Imperial reconheceu que a princesa sofria "transtorno adaptativo", uma doença caracterizada por sintomas de ansiedade e estado depressivo.

Em 2007, ela enfrentou uma disputa contra a distribuição da biografia não-autorizada "Princesa Masako - Prisioneira do Trono do Crisântemo", escrita por um jornalista australiano. Ex-diplomata graduada em Harvard, nos últimos anos, Masako praticamente abandonou as viagens internacionais.

De acordo com o jornal "The Japan Times", Naruhito já admitiu a familiares que a mulher se sente "sufocada" no palácio e já recebeu conselhos de procurar concubinas.



 



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 17h36
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OS PRECÁRIOS E OS PRECAVIDOS

 

Me perguntaram como deve se sentir o estudante de jornalismo em relação aos profissionais com registros precários. A reposta foi:

 

A diferença está em olhar um jovem graduado que se inicia hoje na profissão e um outro, que terminou o ensino médio e não se profissionalizou. Qual dos dois está preparado para a vaga de jornalista? E no futuro, qual dos dois terá a melhor experiência? Não são os veteranos que nos preocupam, mas os jovens, aqueles que assumirão a categoria e o futuro dela.



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 14h30
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7º Prêmio Unisys de Jornalismo

Estão abertas até o dia 20/6 as inscrições para o 7º Prêmio Unisys de Jornalismo, sob o tema "A Modernização na Tecnologia da Informação (TI)". Podem concorrer matérias de veículos de mídia impressa (jornais e revistas) e digital (portais e sites na Internet, newsletters eletrônicas, entre outros), publicados no Brasil entre 1/7/2007 e 15/6/2008. A premiação inclui notebooks e passagens aéreas para qualquer destino em território brasileiro, além de certificados de participação.
O regulamento e os procedimentos para inscrição estão disponíveis no site
www.premiounisysdejornalismo.com.br

 

Concurso Banco Real Talentos da Maturidade

O Concurso Banco Real Talentos da Maturidade tem na categoria Monografia o tema “Mais de 60 anos: os desafios dos profissionais de comunicação no relacionamento com esse público”. A novidade tem como objetivo provocar os profissionais de comunicação a repensarem o relacionamento com o público idoso. A participação nessa categoria é aberta para candidatos de todas as idades com curso superior em andamento ou concluído. O prêmio é de R$ 7 mil para os cinco melhores trabalhos e as inscrições ficam abertas até 22/8.
Mais informações, www.bancoreal.com.br/talentos ou pelo 0800 12 00 77.

 

20 vagas para jornalistas na Espanha

O Programa Balboa para jovens jornalistas ibero-americanos abre vagas para 20 jornalistas trabalharem e estudarem na Espanha em 2009. Os selecionados irão atuar em grandes meios de comunicação em Madri, dentre os quais estão os jornais El Pais, El Mundo e ABC, as revistas Tiempo e Época e a Agência EFE. O programa tem duração de seis meses e oferece passagem de ida e volta desde a cidade dos jornalistas à Madri, seguro médico, de vida e bolsa mensal de 1.000 euros. No processo seletivo são consideradas a formação acadêmica e a atuação profissional do jornalista. Também é necessária a fluência no idioma espanhol, comprovada por certificado do Instituto Cervantes. As inscrições estão abertas até 30/6 no site www.programabalboa.com



Escrito por Tatiana Gonçalves Brandini às 14h19
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